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Nanda S. Evans
#1

em Ter Fev 03, 2015 2:20 pm

avatar
Ghouls
Ghouls
Ficha de Personagem

Nome: Ivy Fanalis – Nanda S. {Smith} Evans
Raça (Ghoul ou Humano): Ghoul
Idade: 20 anos
Organização (Caso Queira atuar na CCG): -----
Tipo de Kagune (Caso Seja um Ghoul ): Bikaku
Imagem da Sua Kagune (Em Spoiler):
Kagune:



História


Ivy e o clã Fanalis

No extinto distrito 2 existia uma família Ghoul considerada a maior em questão de força, poder e regeneração. Eram os líderes daquela área e a governaram por muito tempo. Eles eram conhecidos como os Fanalis e todos possuíam as mesmas características físicas: olhos e cabelos vermelhos.

Quase como uma máfia, eles cuidavam dos Ghouls daquele distrito como uma verdadeira família, mesmo que não possuíssem laços consanguíneos. Ali o que importava era confiança e traição era tratado com a pior das sentenças; tortura seguida de morte.

Não se sabe a verdadeira origem dos Fanalis, a única informação sobre eles é que vieram da Itália e ali, no distrito 2, no Japão, se instalaram e ficaram. Em meio a essa grande e orgulhosa família, Ivy nasceu. Filha primogénita do líder do distrito dois, Marsur Fanalis. A garota tinha consigo uma grande responsabilidade, assumir, algum dia, o império que pertencia a seu pai. Por isto ela era treinada desde cedo, não só em habilidades corporais e no uso de sua Kagune como, também, com armas e no estímulo da mente. Sua função era uma só, ela tinha que ser a Ghoul perfeita.


Masur Fanalis, o pai

Masur Fanalis era um homem jovem demais para ter uma família. E, ainda sim, já fora casado com Hinami e dela viúvo ficara. Com ela teve uma filha que, na época da morte da mãe, havia alcançado a idade ideal para iniciar seus estudos. Afinal, seria estranho esconder a filha de um empresário atrás dos portões de sua mansão – mesmo que fosse considerado normal estudar em casa com tutores-.

O ruivo usava a empresa de tecnologia como fachada para sabotar a CCG e garantir a sobrevivência de sua raça. Era realmente incrível como aquele jovem homem conseguia manter tal império sem nem mesmo enlouquecer. A arte de fingir era algo em que todo e qualquer Ghoul era formado, era uma questão de sobrevivência.

Dividindo sua vida entre o trabalho e a liderança no distrito, Masur conseguiu manter a paz e até mesmo evitar mortes humanas desnecessárias por um bom tempo. Ele era o tipo de Ghoul que vislumbrava um mundo onde sua raça pudesse ser um pouco melhor aceita, mas não pense que ele era bobo. Não, o líder do distrito dois sabia bem que isso seria e é impossível, mas ele não podia deixar de ter esperanças de um mundo onde aqueles ao seu redor não estivessem com a constante preocupação de viver mais um dia.

E ele não podia estar mais certo sobre esta preocupação, afinal a CCG andava desconfiada sobre a empresa de Masur e havia decido iniciar uma investigação.


Ivy, a CCG e a destruição do Distrito 2

As diversas pastas com informações secretas foram jogadas sobre a mesa do superior pelo rapaz de pele pálida, corpo esguio e cabelos brancos. Ali estavam todas as provas de que Masur Fanalis, o empresário de uma das poucas empresas tecnológicas que a CCG confiava, era um Ghoul.

- Então é isso. – murmurou o superior, Ishida Mitsunari, enquanto lia o relatório do agente mais novo na história da CCG, Tatsuo. O garoto era um mistério e difícil de se trabalhar, no entanto ele tinha talento para estar na CCG. Por isto, Sugiyama estava ali, mesmo que tivesse apenas 13 anos. – Diga a Sanada para declarar estado de evacuação no distrito dois e para reunir um grupo de Elite, eu só quero os melhores, aqueles dispostos a morrer pelo serviço! Se você estiver certo, Masur é o Rei Escarlate.

As ordens eram claras e tinham que ser seguidas, o distrito dois seria evacuado e atacado.


POV Ivy


“Caos. Tudo isso é um verdadeiro caos.”, constatei ao avistar as notícias nas ruas de que o meu distrito havia sido evacuado e eu já tinha certa noção do motivo para tal. E, no entanto, mesmo que eu soubesse o que meu pai havia dito para que eu fizesse em um caso como aquele, não pude deixar de ir até meu distrito pela passagem subterrânea que havia sob toda Tokyo.

A cada passo que eu dava dentro daquele túnel escuro e vazio, meu coração palpitava e se apertava. Era difícil, realmente, saber que desde o momento que eu havia aberto meus olhos para o mundo, corria o risco de ser morta pela CCG. Era horrível saber que tinha que me controlar para não machucar os poucos humanos que eu conseguia considerar. Era pior ainda ter que fingir o tempo todo ser o que eu não era. Mas eu havia feito tudo isso, era a Ghoul perfeita e, no entanto, ali estava eu, desobedecendo ordens diretas. Ordens as quais fui incumbida desde cedo para quando ocorresse uma situação grave, e, aquela, era uma delas. Meu distrito estava sendo atacado pela CCG, certamente eles haviam descoberto todas as farsas de meu pai, sua empresa além de terem feito a grande descoberta. Masur Fanalis era o Rei Escarlate.

(...)

Finalmente pude vislumbrar a luz no fim da passagem secreta que dava diretamente na mansão Fanalis. Meu objetivo era simples e rápido, saber se minha família estava bem e lutar naquela terrível batalha. Mesmo ali dentro, na segurança daquela majestosa mansão, pude escutar os sons de tiros além dos gritos de seres humanos sendo rasgados e devorados e o terrível sons de Ghouls conhecidos caindo perante a batalha. Mas não vacilei, engoli o choro, mesmo que tivesse só dez anos eu havia sido treinada e sabia que poderia lutar.

Dirigi-me até a área de armas e comecei a me armar. Os Ghouls do distrito dois eram conhecidos por suas habilidades em diversas áreas, nelas estavam inclusas as armas. Peguei dois coldres com revólveres de calibre 22 cm e uma katana. Enquanto me armava, pude ouvir passos ecoando pela casa. Assustei-me, a CCG havia conseguido penetrar nossas defesas? De repente, as portas da sala de treinos abriram-se bruscamente e meu pai apareceu.

- Ivy, o que está fazendo aqui? – ele questionou com seriedade. – Você sempre soube quais eram suas ordens quando algo como isso acontecesse! – a fúria estava estampada em sua face, algo também inadmissível na família é o descumprimento de ordens, papai odiava quando alguém não cumpria suas ordens.

Engoli em seco e inspirei profundamente, tentando me acalmar.

- Mas papai... – comecei, nervosa. Enfrentar Masur Fanalis não era algo fácil. – E-e-eu não podia deixar a família assim. Eu tinha que vir. Eu quero lutar! – exclamei. – Você sabe que eu posso...

- CHEGA! Ande logo, não a quero aqui. – a voz de meu pai subiu duas oitavas, assustando-me. Meus olhos lacrimejaram, era somente na frente de meu pai que eu realmente mostrava minhas emoções. O ruivo suspirou, resignado. - A CCG quebrou nossas defesas, a família está caindo. Você sabe, estas são ordens diretas, não pode desobedecer.

“Por aqui!”, uma voz ecoou pela casa e, quando olhei os olhos de meu pai uma última vez vi o desespero estampado em sua face. Ele não me queria ali, seria inútil. Um peso morto... Rangi os dentes resignada com a resposta que daria a ele.

- Tudo bem, eu vou. – murmurei pegando mais algumas armas, uma maleta com dinheiro e uma mochila com roupas e docimentos. – Lute por mais um dia, Rei Escarlate. – murmurei e, então, voltei a sala com passagem para o labirinto. Aquele era o último dia da família Fanalis. O distrito 2 não mais existiria. Os Fanalis não mais existiriam. Eu não mais era Ivy, a primogênita dos Fanalis. Eu era Nanda, apenas mais uma pessoa nesse mundo infernal governado pelas trevas e engolida pela escuridão de ser um Ghoul.


Dez anos depois, agora.

- Hey, Nanda! – uma voz feminina ecoou pela cafeteria, Anteiku, assim que a porta foi aberta. – Você disse que me esperaria! – resmungou uma moça morena de corpo franzino e olhos azuis, a dona da voz. Ela se dirigiu a uma mesa onde uma garota ruiva se encontrava saboreando um capuccino.

- Sério? Não me lembro disso. – ela brincou, divertida. – Então, o que você queria Silena? – ela questionou demonstrado certa curiosidade. A garota que bebia o capuccino era ruiva, podia ter não mais que 17 anos, devido a sua altura, mas na realidade iria fazer 21 daqui a alguns meses.

- A galera está pensando em se reunir para comemorar a entrada de todos na faculdade. – Silena respondeu. – Você vai, certo? Agora que passou não pode mais dar a desculpa de estar sempre estudando. – ela comentou enquanto avaliava o cardápio. – Aliás, cadê o garçom? – a morena olhou ao redor e como resposta um garçom veio em sua direção.

- Eu quero esse bolo aqui ó! – ela apontou para um dos itens do cardápio e, então, voltou sua atenção para a ruiva a sua frente. – Então...?

- Não sei não, Sih... – a ruiva murmurou. – Vou pensar. – Ela se levantou e deixou o copo vazio sobre a mesa. – Bom, a gente se vê por aí. – disse e então se foi.

Ao sair do café Anteiku, a garota soltou um suspiro pesado. Aquela era sua vida agora, a estudante universitária. Nanda ajeitou melhor a mochila em suas costas e então seguiu pelas ruas do distrito vinte. Muitos eram os pensamentos que passavam por sua mente naquele momento; a comemoração com os amigos, a entrada para a faculdade, seu passado...  A garota estava começando a se cansar daquela vida, mas desde que saíra da mansão Fanalis, dez anos atrás, ela havia tomado a decisão de afastar aquele passado de si e assim continuaria, afinal ela nunca voltava atrás com uma escolha.


Características Físicas (Minimo 3 Linhas):
Nanda tem curtos cabelos ruivos e olhos vermelhos levemente puxados para rosa – quando ela mostra seu lado Ghoul, seus olhos escurecem ficando negros e com um vermelho ainda mais forte e intenso-. A garota é bem baixinha, possui exatos 1,50 m - fato que a irrita de todas as formas -. Apesar da baixa estatura, é bastante forte. E isso não se deve apenas ao fato de ela ser uma Ghoul, mas também ao fato de ser uma Fanalis.

Características Psicológicas (Minimo 3 Linhas):
Quando mais nova, a ruiva era uma pessoa que apenas queria agradar o pai, esforçada ela conseguiu evoluir muito em seus treinos na época de ouro dos Fanalis. Agora que é adulta, Nanda é uma garota séria e centrada em seus objetivos.  É inteligente e sabe usar tudo o que tem a seu favor.



Última edição por Nanda S. Evans em Ter Fev 03, 2015 4:35 pm, editado 1 vez(es)

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Tatsuo
#2

em Ter Fev 03, 2015 3:26 pm

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Investigadores da CCG
Investigadores da CCG
Aprovada



Amei sua história, eu amo os Fanalis, eu amo aquele jovem gênio da CCG que descobriu a verdade sobre seu pai. Caso tenha a oportunidade, avise a ele que o adoro.
Bom, como sempre, você me encantou com sua narração.
Lute por sua vida, baixinha.

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